quinta-feira, 23 de julho de 2009

Como somos vistos por alguns

Num artigo publicado há um mês Dan Tapscott referiu que Portugal está em campanha para reinventar a aprendizagem no séc. XXI.
O executivo, especialista no impacto da tecnologia na sociedade, sublinha que o investimento em tecnologia não é tudo. O verdadeiro desafio é a criação de um novo modelo de aprendizagem.
Sobre isso mesmo e sobre os número envolvidos no PTE, Tapscott publicou um post no blogue relativo ao último livro: Grown Up Digital.
Não deixa de ser refrescante. Mas também tem o seu pendor alarmista, e não me refiro a questões políticas.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Outros saltos

Um caso de referencias verdadeiras e quase poéticas: "We have been used to a Ptolomaic version of the world in which the technology was at the center and the user of that technology adjusted to the characteristics of the technology...Now people talk of finding a technology that tries to make itself useful, adapt itself to the owwer, taking a Copernican view, were the user is at the center , and the technology is used to assist the user."
(Heterick, 1993)

Num texto erudito em Língua Portuguesa seria possível encontrar tanta vez a mesma palavra?

Outro exemplo, válido para ambos os casos: "Technology is technology only for people who are born before it was invented"
(Tapscott, 1996)

Giant leap



Andar sobre a Lua foi um feito histórico.
O crédito deve-se em muito a toda uma equipa que desenvolveu um trabalho prévio de anos! A Google não deixou passar o acontecimento em claro, mas passadas 4 décadas que avanços celebramos? Ainda que se pretendesse colocar a questão política à margem desses acontecimentos, seria possível? Será essa a questão motivacional de fundo? É triste!
E para afastar tristezas celebremos com a NASA e a ESA!

domingo, 19 de julho de 2009

Preservação digital



Um dos factores que limita a qualidade de alguns repositórios pode estar ligada ao uso de tecnologias obsoletas. Um trabalho guardado em formato digital pode condicionar o seu acesso já que tanto esse como o sistema em que se alojou podem estar já ultrapassados.
Esta será mais uma variável a equacionar quando se pensa no desenvolvimento de repositórios de conteúdos digitais ou de objectos de aprendizagem.

sábado, 18 de julho de 2009

Luz! De diferentes perspectivas.

Hoje é dia de arrumações. Não são ainda muito profundas. É preciso aguardar algum tempo para saber o que me espera e portanto o que poderá ser guardado de forma mais definitiva, até ao próximo arrepio:

O universo é feito essencialmente de coisa nenhuma.
Intervalos, distâncias, buracos, porosidade
etérea. Espaço vazio, em suma.
O resto, é a matéria.

Daí que este arrepio,
este chamá-lo e tê-lo, erguê-lo e defrontá-lo,
esta fresta de nada aberta no vazio,
deve ser um intervalo.
(António Gedeão)

E enquanto mudava algumas coisas de sítio redescobri outras preciosidades e outras frestas: para cursos, livros e applets free: Light and Matter de Ben Crowell (e novamente os agradecimentos à Teresa. Grande Coordenadora do PTE!). E se for o caso de se procurar um maior grau de manipulação: Doctronics

domingo, 12 de julho de 2009

E o concurso...

Desde há 6 dias que se perspectivam mudanças... Nada dramático. Mudança de escola, por minha escolha. Ainda assim abandonar o ninho de 15 anos custa.
Entre a Cardoso Pires e a Henriques Nogueira. Enquanto me encontro nesse limbo parece-me adequado este trecho sobre mixes de escolas:

Sim, sim, eu sei que devia estar a escrever, ou pelo menos a pesquisar, mas como conciliar ideias estando tanta coisa dependente do que possa acontecer em Setembro? Ok, Ok, também não é tanta coisa assim, mas dá-me uma boa desculpa, não dá?

Actualidades

Dantes os homens podiam facilmente dividir-se em ignorantes e sábios, em mais ou menos sábios ou mais ou menos ignorantes. Mas o especialista não pode ser subsumido por nenhuma destas duas categorias. Não é um sábio porque ignora formalmente tudo quanto não entra no campo da sua especialidade, mas também não é um ignorante pois é um "Homem da Ciência" e conhece muito bem a sua pequeníssima parcela do Universo. Teremos que dizer que é um sábio-ignorante - coisa extremamente grave - pois significa que se comportará, em todas as questões que ignora, com a petulância de quem na sua especialidade é um sábio.
Ortega Y Gasset, 1929